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Reflexões

CONTRATEMPOS

No dia de ontem eu até pensei em escrever um pouco mais, mas a briga com a lentidão da internet estava tão grande que afetava até mesmo o Edge, que nos últimos dias era o navegador que funcionava. Depois de muito pelear consegui fazer a publicação no blogue.

Ainda ao longo da manhã fiz o teste de velocidade no próprio site da NET, que acusava um download de dados de quase 80 MB, e um upload de quase 10, o que na prática não correspondia à lentidão da navegação. À tarde, depois de buscar a Lisi, liguei para o suporte da NET, e a menina que me atendeu verificou que havia, mesmo, um problema de sinal, mesmo com o teste indicando outra coisa. O procedimento foi tirar o modem da tomada enquanto ela dava alguns comandos de rede e depois religa-lo.

A coisa aparentemente funcionou, mas ontem não era dia de eu ficar mais do que o necessário a frente do PC.

Hoje tem jogo do Grêmio pela Libertadores, e aí, sim, vou precisar de velocidade, se bem eu agora já estou bastante acostumado com o Edge. Quando sair do trabalho tenho renovação de fé para fazer, e só mais tarde para ver como ficou de verdade.

Hoje de manhã recebi um aviso de que deveria ligar para um número do Carrefour, e a primeira coisa que pensei foi que quereriam saber por que faz dois ou três meses que não uso o cartão. Mas não era. Queriam dizer que estou há 31 dias sem pagar faturas, e eu pensei, deve ser culpa dos Correios.

Ao final da conversa ficou acertado que a partir de agora eles vão me enviar as faturas apenas por e-mail e foi gerada uma segunda via com data de hoje para pagamento, só que quando olhei para ela eu imediatamente reconheci  os lançamentos, são os mesmos de uma fatura em papel recebida pelo correio na semana passada, que fiz agendamento e que já aparece como quitada, no extrato bancário.

Quando chegar em casa vou até comparar as duas, a eletrônica e a recebida em papel, porque desconfio que sejam a mesma. Os Correios estão sacaneando, de verdade.

EM PROCESSO

Todo mundo tem alguma ideia de como um relacionamento deve se desenvolver; uma ideia de como vai se movimentar dentro de um relacionamento. Com base nisso atitudes são tomadas, palavras são ditas, etc. Eu tenho o meu jeito de agir, o jeito como penso que a outra pessoa deve ser tratada, como as coisas de maneira geral deveriam (ou poderiam) acontecer.

Como se trata de uma ideia minha, na maior parte das vezes ajo instintivamente. Não penso muito sobre o que estou fazendo. Faço o que acho que seria normal fazer quando se gosta de alguém, quando a gente se preocupa com a outra pessoa e cuida dos interesses dela. Assim eu faço com a Lisiane e nosso relacionamento. Como disse, para mim parece tudo normal e natural. Eu não vejo nada de mais. Para minha surpresa, ela de vez em quando dala que sente que temos momentos de sonho, e que eu a trato como uma princesa.

Fico feliz com isso, porque é sinal de que ela gosta e são boas as chances de ficarmos juntos por muito tempo, mas ao mesmo tempo, repito, não faço nada além do que acho que seja normal. Claro que alguns agrados são propositais, mas isso eu também considero normal. De vez em quando a gente pode (e deve) demonstrar algum tipo de carinho (e por de vez em quando não estou me referindo apenas a datas especiais). O meu de vez em quando pode ser com uma diferença de às vezes de dias, às vezes de horas, às vezes de minutos, mas sempre rola um carinho.

Para mim é natural. Para ela, faz com que se sinta tratada como uma princesa.

Esta questão de diferença de pontos de vista (no caso, é sobre uma coisa boa) deveria sempre ser levada em consideração pelos casais naqueles momentos em que há alguma divergência. Facilitaria muito o entendimento. É uma coisa que nós estamos aprendendo a administrar, e acho que será muito bom.


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