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DEU PARA o GASTO

A expectativa de que o time reserva do Grêmio levasse sufoco dos titulares do Atlético-PR não está se confirmando. Depois de algumas partidas jogando juntos parece que os jogadores gremistas estão começando a pegar entrosamento. O time está parecendo bem treinado e o Atlético está com algumas dificuldades para se defender.

Com a derrota do Corinthians para o Vitória no sábado, o técnico Renato colocou na cabeça de seus comandados de hoje a ideia de que o Brasil inteiro estaria olhando para eles, e então os rapazes estão correndo muito. Na altura dos 30 minutos o Atlético já está começando a ter algum predomínio nas ações e é o Grêmio que não consegue atacar.

Entende-se que o time desentrosado dos reservas do Grêmio tenha dificuldades, mas é incompreensível que o Atlético não tenha provocado mais do que algumas poucas intervenções por parte do goleiro Paulo Victor. A preocupação com a atuação de Bressan, que será titular na quarta-feira no Mineirão no jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil (lembrando que Geromel está com lesão muscular de grau 2 e desfalca o time por no mínimo três semanas), foi neutralizada pelo bom desempenho da zaga gremista de modo geral.

Nem Lincoln, nem Léo Moura conseguiram criar muita coisa no meio de campo. Everton jogando pelo ado, de costas para os zagueiros adversários também não está conseguindo aparecer na partida. Fernandinho teve algumas iniciativas, mas pareceu estar sozinho no ataque, sem ter com quem dialogar.

No reinício de jogo persistem as dificuldades de ambas as equipes, mas o Grêmio toma um pouco mais de iniciativa, com a bola passando mais tempo no campo do Atlético. Antes da metade da segunda etapa Renato promove a entrada de Beto da Silva. Saindo Léo Gomes, Léo Moura vai para a lateral, Everton recua para o meio, passando a jogar de frente, como gosta, e Beto fica lá na frente.

Foi bom ter me enganado apenas em parte. Pelo menos não perdeu.


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