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Sem Casinha

Hora brasileira de Verão

07:01

A madrugada começou com céu limpo. Às 2 estava nublado. Às 4 estava limpo. E às 6, parcialmente nublado, como aliás, até agora. Não tem um dia sem nuvens na parada. Não consegui ver nenhuma temperatura pelo caminho, mas provavelmente está igual à de ontem.

DESCOBERTAS

Alex O’Loughlin é o ator principal do seriado Three Rivers.

Ele interpreta um jovem médico, que é muito bom no que faz. Antes deste seriado nunca tinha ouvido falar nele. Pois ontem no Criminal Minds ele interpretou um serial killer e ficou bem evidente o quanto ele é bom ator. Ótimo ator.

Pouco depois, assistindo Lie To Me, prestei bastante atenção à listagem de atores e descobri finalmente que o ator que interpreta o chefe da promotoria em Raising the Bar se chama Currie Graham. Ele interpretou um agente do FBI que espionava os EUA para terroristas.

Faltando:  378, 1918, 183, 675, 2226, 961, 388, 23, 74 – dias. (39, 63, 143, 49, 235, 96, 298, 204)

PRIORIZAR

Falando em Raising The Bar, no episódio desta semana aconteceu uma situação bastante interessante.

Uma mulher de 75 anos, viúva após 50 anos de casamento, tinha um problema: como não tinha filhos e morava sozinha, ela compensava a solidão, segundo ela, da única maneira que ainda lhe restava: fazendo compras. Ela era uma compradora compulsiva. Estava sendo processada porque comprava e depois não se preocupava em pagar.

Num encontro com a chefe da firma de advogados que a representava, interpretada por Gloria Reuben (E.R., Missing), ela conversou sobre o fato de o advogado que ía com ela às audiências ser muito novo, ao que a outra ponderou que ele era muito bom advogado.

Perguntou se a outra era casada, e ela respondeu que não. Então aconselhou-a a dar um jeito nisso, ter uma vida, porque ela passa muito depressa e não tem coisa pior do que envelhecer como ela, sozinha. A outra disse queestá na minha lista, ao que a velha senhora disse: então priorize.

Achei muito bom conselho.

MUITO ESTRANHO

Não gosto de generalizar, mas acho muito estranho, nos Estados Unidos, a maneira como é encarado pelas pessoas o que é normal. Fico pensando se algumas coisas que vejo são uma característica do americano médio, e se for isso mesmo, nunca vi um povo sedr tão desenvolvido e ao mesmo tempo tão limitado.

Exemplo: num episódio do Law & Order SVU, ao acharem um corpo de uma mulher num parque, os detetives começam a investigação. A mulher é jovem, está bem vestida e ainda porta algumas jóias. Na dúvida sobre se as jóias seriam bijuterias ou verdadeiras, eles ficam naquela discussão, até que a médica legista diz que as jóias são de tal marca e não custam menos que tantos dólares.

Aí fica todo mundo olhando para ela com aquela cara de como é que você sabe disso?, ou você está metida em alguma falcatrua?, seu salário não dá para comprar uma jóia dessas, e então a pessoa se sente na obrigação de explicar de onde tem aquela informação. Em geral dizem que algum parente ou amigo trabalham com aquilo.

Eu fico com a sensação de que as pessoas são desinteressadas de assuntos que não dizem respeito ao seu trabalho, porque a pessoa podia ter lido em alguma revista, ou visto em algum jornal, ou até mesmo podia ter ido alguma vez em alguma loja olhar aquele tipo de produto, por curiosidade. E assim acontece em várias situações de vários filmes que vêm de lá. Presumo que seja uma reação muito comum, se bem que muito limitada.

Quer dizer que a pessoa que tiver algum tipo de informação fora daquilo que os outros acham que ela deveria entender é automaticamente suspeita de alguma ilicitude.


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