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ASSISTENTE VARZEANO

Eu também acho que é inadmissível tomar um gol como o que o Grêmio tomou no final do jogo de ontem, contra o Fluminense. Se os jogadores de defesa falharam no lance de arrancada do Rafael Sóbis? Talvez.

Mas não se podia prever onde a bola iria depois de bater na perna do zagueiro Rhodolfo. Aliás, quando ela saiu do pé do Rafael não se podia prever sequer se ela bateria em alguém. Eu diria mais, ela poderia bater no zagueiro e não cair dentro do gol como caiu.

O gol foi como que uma recompensa ao esforço de um jogador que passou o tempo todo lutando, brigando pela bola, chutando em gol. A última parte da jogada, o gol, foi obra do imponderável. Sorte do jogador e do Fluminense.

E eu afirmo que não foi isso que prejudicou o Grêmio. Teve coisa bem pior.

Mais uma vez: não se podia prever que Kleber efetivamente faria aquele gol ao arrancar sozinho contra o goleiro. Podia acontecer muita coisa: o goleiro chegar antes na bola; o atacante se atrapalhar na tentativa de driblar o goleiro; o goleiro podia cometer pênalti e este ser desperdiçado. Várias coisas.

A única coisa que não podia ter acontecido era o assistente dar impedimento em um lance em que visivelmente o jogador arrancou de dentro do campo do Grêmio. Aquele cidadão deveria voltar ao curso de arbitragem, fazer uma reciclagem, sei lá, tomar um gancho, até recuperar (se é que algum dia teve) a capacidade técnica para ser assistente em uma partida de futebol.

Ali não teve imponderável, foi um erro grosseiro.


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