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Sem Surpresa

O JOGO JOGADO

Em vantagem no placar agregado, o Inter começou a partida indo para cima do adversário. O Juventude se viu acuado, com a bola passando os primeiros cinco minutos no seu campo de jogo, mal conseguindo chegar na própria intermediária. Com menor qualidade técnica, o Juventude também começou a partida batendo mais. E uma dessas faltas que de repente não precisariam ser feitas teve como consequência o primeiro gol Colorado. Sasha apareceu livre de marcação, vindo de trás enquanto a defesa do Juventude se preocupava com Paulão e Ernando.

Ao Juventude não restou alternativa que não abandonar os cuidados defensivos e estudos do início de partida e partir para o ataque. Precisando de dois gols, no quadro presente, não adiantaria ficar atrás. O problema dos caxienses é a falta de qualidade. Depois do gol o Inter teve oportunidade de ampliar e um zagueiro tirou a bola dos pés de Aylon no último instante.

O Inter teve maior posse de bola, mas isso não de refletiu no placar do primeiro tempo além do gol marcado. Teve alguns cruzamentos perigosos que ninguém interceptou. O mesmo aconteceu com o Juventude. Foi um placar justo, ao final do tempo de jogo.

No começo do segundo tempo de tudo ou nada para o Juventude, o técnico Antônio Carlos Zago tinha duas alternativas: seguir mantendo os cuidados e evitar tomar uma goleada ou sair para cima do Inter chutando o balde. Do meu ponto de vista, se é para perder, que o faça tentando ganhar. Tanto faz se for de 1 ou de 10.

Antônio Carlos revê o mesmo pensamento que eu. Começou a tirar jogadores de defesa e a empilhar atacantes. Era tudo ou nada. Deu nada.


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