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Sem Teorias

MAS COM DIVERSÃO

Sem nenhuma ideia para alguma teoria de longo alcance que me permita escrever algo como os quatro volumes de Nossas Forças Mentais, como aconteceu com Prentice Mulford, mais de meio século atrás, vou me conformando em discorrer sobre temas menores, como por exemplo o uso que faço dos lados de dentro de embalagens de papelão fino, de diversos produtos.

A questão nem é tanto o uso, porque este é sabido, eu os uso para escrever rascunhos para diversos dos meus textos aqui do blogue. E até nem se trata de uma teoria, mas da descrição de uma brincadeira feita na hora da digitalização dos textos, aliás, é uma brincadeira motivada por um assunto sério.

Primeiro que não tenho muito espaço entre mim e o teclado para acomodar algumas embalagens enquanto vou passando os textos para a telinha. É uma questão da quantidade de dobras que cada embalagem tem. Algumas delas até consigo empurrar uma parte para debaixo do teclado, como faço com folhas comuns de papel tamanho A4, de vez em quando. Mas nem sempre é possível. Algumas embalagens são bastante rebeldes, por causa das dobras que as formam. E é aí que entra a minha brincadeira.

Uma embalagem de papelão fino pode ter de 10 a até 14 dobras, dependendo se é de creme dental, aveia, ou algum medicamento. O que faço é ir escrevendo aleatoriamente nas dobras, e à medida em que vou passando pelo texto de cada uma, vou arrancando e descartando, assim o tamanho da embalagem vai diminuindo e se adaptando ao espaço que tenho na mesa. Me divirto fazendo isso.

Claro que quando estou escrevendo vou numerando as dobras, para não me perder na hora de digitalizar. Qualquer hora dessas tiro uma foto de um lado B de uma dessas embalagens, quando estiver toda usada como rascunho.


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