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Sempre Maquinando

PARA CHEGAR LÁ

Bueno, e falando em trazer para a realidade aquilo em que pensamos, outro dia estávamos a Lisiane e eu pensando sobre como funcionam as coisas para o comércio depois das datas festivas, mas especialmente depois do Natal e da virada de ano.

Com base nisso e na minha relutância em (ou insistência em não) usar os cartões de crédito para nada, praticamente, desde a metade do ano, ontem já andei dando uma olhada nos sites das Americanas e Walmart, pensando na montagem de um pacotão de coisas a serem adquiridas depois que passar o Natal.

Para quem tem disponibilidade de tempo, não tem pressa de comprar e não se deixa sucumbir pela pressão tradicional dos presentes, investir pouco nisso antes do Natal pode representar um ganho significativo com relação ao que vier depois. É preciso estar focado, ter certeza daquilo que se quer e não se deixar cair na tentação do que parecem ser grandes ofertas para as festas de final de ano.

A minha estratégia certamente será a de participar do amigo secreto da família, repetir os cartões-presentes dos filhos e sobrinhos (assumindo então que o convívio com eles não é tão intenso ao ponto de ter certeza do que gostam ou não) e reservar a capacidade de investimento para o que vier depois da virada.

Enquanto isso, segue a parte de engrossar a poupança, deixar enxutas as faturas dos cartões de crédito e ficar atento ao que o comércio fará depois para desovar os estoques, sempre com o foco nos produtos que estão entrando no pacotão imaginado desde agora, o que também ajuda a filtrar o que poderá ser efetivamente comprado quando chegar a hora.

Tudo questão de foco.


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