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O Autor

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Antes De Tudo, Quem Sou Eu? 

(O Que Confesso Que Nem Eu Sabia, Mas Com O Que Até Acabei Concordando)

 

O PERFIL PESSOAL: 

perfil de personalidade fornece a informações que são importantes para sua vida. 

 

RACIONALIDADE versus EMOCIONALIDADE 

Indivíduos racionais tendem a tomar decisões baseadas em fatos. Eles são calmos, analíticos e freqüentemente convencidos pela argumentação lógica. Indivíduos emocionais tendem a tomar decisões intuitivamente, eles concordam no que sentem se é certo ou errado. Eles são mais sensitivos

Meu perfil pessoal: emoção individual 

Razão                                                      Emoção 

Você freqüentemente toma decisões instintivamente. Sentimentos têm uma grande participação em suas decisões mais do que as deliberações racionais. 

 

TRADIÇÃO versus INOVAÇÃO

Receptividade descreve a reação de uma pessoa no que diz respeito à inovação. Alguém com um alto grau de adaptação neste campo acha todas as coisas novas e inovadoras excitantes. Alguém com uma baixa adaptação é fascinado por todas as coisas que são bem estabilizadas e duradouras. 

Meu perfil pessoal: moderado com tendência à alta inclinação para inovação. 

Tradição                                                          Inovação 

Você é curioso e flexível quando acontecem mudanças, mas tende a manter a cabeça fria e a permanecer realista e pragmático. Seu desenvolvimento pessoal é definido por estas características como uma média para outros homens e mulheres. 

INTROVERSÃO versus EXTROVERSÃO

Pessoas extrovertidas focalizam suas energias nos outros. Pessoas introvertidas tendem a focalizar suas energias nelas mesmas, ou em seus pensamentos, percepções ou reações. 

Meu perfil pessoal: balanceado com tendência à introversão. 

Introversão                                        Extroversão

Você gosta de ter tempo para você mesmo e refletir sobre várias coisas. Você é também um bom observador. Quanto aos procedimentos com outros, você pode (dependendo de seu nível de familiaridade) ser falador e sociável ou tímido e reservado. 

 

INDIVIDUALIDADE versus ADAPTAÇÃO

A necessidade de harmonia define o grau de comportamento que uma pessoa tem dependendo da ação dele ou dela ou de outras pessoas. A pessoa com uma alta necessidade de harmonia é altamente simpática e esforça-se para um consenso com os outros, ao contrário de uma pessoa com umas baixa necessidade de harmonia.

Meu perfil pessoal: moderado, tendência a elevado, hábil para adaptação. 

Individualidade                                      Adaptação

O que as outras pessoas sentem e pensam é importante para você. Algumas vezes você troca seus próprios comportamentos para corresponder às expectativas dos outros. Apesar disso, você é consciente de que não pode agradar a todos que cruzam seu caminho. 

 

DISTANCIAMENTO versus PROXIMIDADE

O número de descrições emocionais e a intensidade de estimulantes externos são as causas emocionais que reagem em uma pessoa. Pessoas com alta emocionalidade são mais sensíveis em relação a estimulantes externos mais do que pessoas menos emocionais. 

Meu perfil pessoal: moderado, com uma tendência alta, desejo de união. 

Distanciamento                                     Proximidade

Você reage rapidamente em situações emocionais, mas tende a ser uma pessoa fácil de lidar com estresse. Algumas vezes você experimenta emoções que parecem não ter origens concretas ou parecem cair do céu. 

 

OBSERVAÇÃO versus SENTIDO 

Pessoas com alto desenvolvimento da percepção cognitiva tendem a se apegar a fatos, detalhes e realidades do aqui e agora. Pessoas intuitivas tendem a concentrar-se nas conexões entre os fatos e suas imagens e idéias que podem ser associadas com um dado. 

Meu perfil pessoal: balanceado com tendência para observação. 

Observação                                           Sentimento 

Qual o tipo de informação é mais importante para você? Você atribui muita importância para o senso comum e para as experiências que teve no passado. Você acredita na informação que é baseada nos cinco sentidos. Especulação não é coisa sua (primeira coisa de que discordo, nesta avaliação). 

 

ESTRUTURA versus INTEGRAÇÃO 

Pessoas que tendem a ter uma estrutura gostam de um ambiente bem organizado: isto as coloca no controle. Este comportamento é dominado pelo lado esquerdo do cérebro, o lado da estrutura lógica. Pessoas integradoras gostam de se abertas para experiências e o encontro de novas oportunidades. Este comportamento é doinado pelo lado direito do cérebro o lado que estabelece ligações. 

Meu perfil pessoal: balanceado com tendência a estrutura. 

Estrutura                                         Integração 

Você prefere uma estrutura clara, ambiente estável para uma mudança, abertura. Você tem mais satisfação em completar um projeto já em andamento do que começar um novo (também discordo, em parte, é discutível). 

Fonte: www.be2.com.br

 05.05.08

Esta seção do blog é a princípio destinada a uma apresentação do blogueiro, para que ele diga quem é, dê às pessoas uma visão sobre aquela pessoa que decidiu trazer a público parte da rotina de sua vida e de seus pensamentos e sentimentos.

Na verdade, no meu caso, tal apresentação fica dispensada pelo simples fato de que quem eu sou fica explicitado no conteúdo do blog. Quem eu sou como pessoa. Não conta coisas pelas quais passei. No blog não falo do passado. 

Não tenho grandes recordações de infância. Elas se resumem a uma vaga lembrança de andar de carro no dia em que minha irmã menor faleceu (cabe aqui relembrar que antes de nascerem as duas irmãs que vieram depois, houve uma que faleceu quando eu tinha uns dois anos, acho. Meus pais não falam muito nisso); às caminhadas que dava, quando morávamos no Jardim Lindóia, até o Grupo Escolar Ana Nery; as brincadeiras de esconde-esconde em meio às construções dos blocos de apartamentos da Av. Nemoto (também no Lindóia); no começo do meu interesse sobre OVNI’s, a partir do filme classe C “A Invasão Dos Discos-Voadores”, quando, numa noite em que tive que ir comprar cigarros para o meu pai, na volta do armazém olhei para o céu e enxerguei uma estrela cadente, o que me fez correr desesperado até me jogar na porta do apartamento; lembro de ter visto um dos ladrões que roubaram a nossa televisão de cima da cômoda da sala (e aquele usava uniforme de presidiário, era foragido, para ver como é coisa antiga), que ficava bem embaixo da janela, e morávamos no térreo; lembro de ter tido caxumba, uma vez, e se tratava daquela doença cobrindo a cara da gente com umas folhas sei lá de quê, e eu dormia na cama de cima de um beliche, e fingindo dormir para não tomar uns remédios que meus pais me davam para tomar, que tinham gosto ruim.

São pouquíssimas lembranças, se comparadas com as de outras pessoas.  Lembro de ter uma vez brigado com um vizinho, que tinha um problema físico e usava bengala para caminhar. Poucos dias depois ele faleceu, eu escutava os gritos do filho dele, e pensava que a polícia viria me prender porque a briga com ele o tinha matado; lembro de uma vez em que tinha me molhado não lembro como, e fui secar as mãos num lençol que uma outra vizinha de um prédio próximo tinha pendurado para secar, e a mulher me viu e achou que eu queria roubar. Só perdendo para o medo que senti quando vi a estrela cadente, me apavorei, quando, alguns dias depois, aquela mesma mulher, e o marido dela, bateram na nossa porta e entraram como se fossem velhos amigos dos meus pais. Até onde eu sei, aquele casal fez alguma sacanagem muito grande para eles, tanto que depois nem podiam falar nas pessoas, e nunca mais se tocou naquele assunto, até hoje.

08.05.08

Em 1969, quando meu pai começou a dar forma ao sonho da casa própria, eu não gostei. Lembro que tinha um monte de amigos no Lindóia, e o terreno onde construímos a casa em que até hoje meus pais moram, na época me parecia longe demais. Íamos todos os finais de semana a pé até lá. Do outro lado da rua, onde hoje tem uma praça enorme, havia uma sanga, o maior medo de todo mundo era sempre de que algum assaltante saísse de lá e atacasse a casa, ou o meu pai, quando ele vinha tarde da noite do Parobé.

 O terreno era um barranco, cheio de mato, e eu lembro de ter dito “Mas pai, tu comprou esta porcaria?

A Mirna, minha irmã menor, tinha um ano de idade, ou um pouco menos, e o privilégio de ir empurrando o carrinho, na ida e na volta, era sempre meu. Não deixava ninguém mais pegar aquela tarefa. Eu estava com 10 ou 11 anos (tudo depende se o pai comprou o terreno no primeiro ou segundo semestre do ano, tenho que perguntar). Acho que fazia questão de ficar com aquela tarefa que era para o trajeto de ida e volta não ficar tão maçante e não parecer tão longe. Sempre tomei todos os cuidados com o carrinho da minha irmã, o qual, para variar, era usado, sei lá, sei que ele tinha uma roda que puxava para um lado e eu adorava quando tinha que fazer alguma curva para aquele lado (que agora não recordo se era para a esquerda ou para a direita).

Mesmo com a mudança, continuamos (meu irmão e eu) estudando no Ana Nery. Na verdade, agora me lembro, foi no final de 1969 que começamos a ir e vir, e àquela altura estávamos em férias (no tempo em que as aulas terminavam em Novembro ou Dezembro e só recomeçavam em Março). Então, já em 1970, comecei a estudar no Grupo Escolar Dr. Gustavo Armbrust. Longe de casa para caramba, mas mais perto que o Ana Nery, e não tinha que atravessar a Assis Brasil, que, na época, era um inferno, incomparavelmente pior e mais perigoso do que é hoje (hoje nem tem perigo nenhum), por causa da estação de ônibus do (extinto, mas que ainda existe) Triângulo da Assis Brasil/Baltazar de Oliveira Garcia.

16.05.08

Primeira Folha De Um Caderno de 1977:

15.08.08

TESTE DE PERSONALIDADE (1)

“Os outros te vêem como alguém alegre, animado, charmoso, divertido, prático e interessante, alguém que está constantemente no centro de atenções, mas suficientemente bem equilibrado para não deixar isso subir à cabeça. Eles também te vêem como amável, compreensívo, alguém que sempre os anima e os ajuda.”





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