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Tudo Calculado, Será?

Hora Brasileira de Verão

10:18

O que escrevi ontem aconteceu com todas as letras, cores e raios solares. Não errei uma vírgula. Hoje o céu está limpo, típico dia de primavera/verão. Diz a lendsa que amanhãa chuva volta. We’ll see.

O termômetro permanece estacionado nos 25ºC.

MAIS UM DIA…

Outra vez, jogo rápido.

Ontem à noite, enquanto assistia Rainsing The Bar, The Good Wife e Após as Primeiras 48 Horas em três canais diferenets, deixei o VCR gravando direto três horas na Warner, com Cold Case, The Mentalist e Warehouse 13. Quando acordei, hoje, às 6:30, em vez de repetir o procedimento de ontem (ontem, ao acordar, no mesmo horário, comecei a ler o livro do Dino Kraspedon e depois assisti à gravação de Three Rivers, de sábado), comecei direto a assistir àquelas gravações, o que levou até às 8:55 para terminar.

Sempre correndo a fita nos intervalos com as mesmas intermináveis chamadas do canal.

Depois disso foi que tomei otradicional café da manhã, e depois, acredite quem quiser, terminei de ler as 28 páginas que faltavam, das 222 do livro do Kraspedon.

Sim, escrevi corretamente.

Terminei agora de manhã, antes das 10:05, um livro que comecei a ler na manhã de ontem. Fiquei o dia inteiro concentrado nele, ontem, parando apenas no momento de dar uma cochiladinha, porque o sono pegou, mesmo, de tarde.

Daqui a pouco, depois que postar este texto, começo o livro do Thoreau, como previsto. No formato pocket, ele tem singelas 80 páginas, mas não sei quanto tempo demorarei para lê-lo todo, porque pretendo usar canetas marca-texto com ele, o que implica ler, reler, marcar, são interrupções breves, mas que garantirão uma leitura do tipo três passos para a frente e dois e meio para trás.

 Contando400 dias para a renovação da minha CNH, 1940 dias para a minha aposentadoria, 205, 697, 2248, 983, 410 dias para o final do período do “jeito novo de governar, 45, 17, 96. (61, 85, 165, 71, 257, 118, 320)

…DE FÉRIAS

Certamente com a continuação da leitura o sono vai bater de novo, e vou ter que dar uma interrompida. Mas hoje vai me ajudar muito o amistoso da Seleção Brasileira, às 12:30. Como é amistoso, não preciso prestar muita atenção. E como será num horário condizente com a hora de almoço, se eu terminar de comer antes de o jogo terminar, sentadinho na frente da tevê é líquido e certo que acaberei cochilando, ao que não vou tentar resistir, pelo contrário.

Como vai haver narração pelo rádio, será possível cochilar e acompanhar o andamento da partida, abrindo os olhos em momentos de gols, por exemplo, e voltando a cochilar, pelo menos até o final da partida. Com isso, estarei restabelecido para continuar a leitura do livrinho citado.

Ainda não sei o que pegarei depois, mas estou entre duas opções básicas, O Livreiro de Cabul, de Asne Seierstad, e Quando Chega a Hora, de Zíbia Gasparetto, estes, sim, livros para mais que um dia de leitura, mesmo com toda a dedidação das horas. Talvez, para não ter que escolher entre ambos, continue a leitura de alguns dos que estão sobre a mesa da sala, ou até comece a ler algum outro sobre ufologia.

Sobre a ufologia, não vou me furtar de comentar o livro de Dino Kraspedon.

É todo recheado com informações científicas e citações bíblicas por parte do comandante do disco voador. Não posso comentar nada da parte científica porque nada entendo sobre o tema, e não entro em questões religiosas. Como escrevi ontem, e anteriormente, nem por um minuto acreditei nas circunstâncias sob as quais o autor alegou terem-se dado seus encontros com aquela entidade, que, ao que tudo no livro indicou, se parecia muito com um homem branco normal da Terra, já que, também segundo o autor, nos encontramos na Estação Roosevelt, o que, para mim, não foi mais do que uma afirmação disparatada.

Entretanto…

Sendo a edição que tenho em mãos uma publicação de 1957, como também ontem escrevi, me chamaram a atenção duas previsões, digamos assim, do extraterrestre, que, para começar, sequer teve atribuído a si um nome: primeiro, ele disse que devido à natureza belicosa e perigosa para o Universo de seus habitantes, toda a vida no planeta Plutão seria extinta; e que a Humanidade terrestre seria nos próximos anos devassada pelo surgimento de um sem número de enfermidades estranhas.

A primeira afirmação, repito, proferida em 1957, me fez recordar que há bem pouco tempo cientistas afirmaram que Plutão não era mais um planeta (por favor, alguém me corrija se eu tiver feito confusão e o ex-planeta não seja aquele); a segunda me fez lembrar do vírus da Aids, do Ebola e do Antrax.

E agora?

OUTRAS CIDADES:

38. Cincinnati; 39. Portland; … (40)


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