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Tudo Errado

BOLA FORA

Escrever textos para o blogue no ambiente de trabalho sempre foi bem complicado, tanto que há anos deixei de fazê-lo. Hoje estou tentando de novo, apesar de a minha circunstância circundante não ter se alterado ao longo do tempo, a não ser para pior.

Faz alguns dias que ando pensando em algumas coisas para escrever; coisas sobre as quais já escrevi antes e outras que não. Às vezes, em casa, penso em fazê-lo, depois esqueço, o que é bem normal, mas hoje estou tentando dar início (ou reinício) a um hábito que não penso que possa ser exercido todos os dias, mas quem sabe uma vez por semana.

Nem é para um dia do meio de semana, mas para sábado ou domingo; dias em que trabalho sozinho e o volume de ligações é baixo.

Falando em final de semana, na semana passada havia no caderno Vida e Saúde da ZH uma matéria sobre problemas de memória, Alzheimer e outros. E aí havia o depoimento de uma médica em que ela tentava “desmistificar” o poder das palavras cruzadas como instrumento de reforço para quem procura manter a cabeça funcionando. Segundo ela, as palavras cruzadas não ajudam porque a pessoa fica com aquele mesmo vocabulário e partir daí não raciocina.

Eu achei o comentário preconceituoso e tendencioso, proferido por uma pessoa que ou há muito tempo não faz palavras cruzadas, ou nunca fez. Eu, que lido todos os dias com isso, posso afirmar que é mentira a alegação de que não há diversificação. de vocabulário. E tanto há diversificação que os conhecimentos adquiridos através do passatempo são inestimáveis.

É muito perceptível a aquisição de novos conhecimentos em cada um dos problemas de palavras cruzadas. Química, Física, costumes estrangeiros, língua estrangeira, História, Geografia, Português. As palavras cruzadas da atualidade são exatamente isso, atualizadas e inseridas no contexto dos dias de hoje. Política, Economia, Religião, esportes; Psicologia, Biologia, qualquer coisa.

A declaração da pessoa na matéria da semana passada foi completamente equivocada. Palavras cruzadas jamais podem ser descartadas como reforço de estímulo da memória, nem como fonte de aprendizado. .


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