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Assustou

ERA ESPERADO, MAS…

Depois da patacuada do STJD o Grêmio conseguiu o efeito suspensivo que lhe dava perda de mando de campo da partida de volta da final da Copa do Brasil marcada para dia 30.11. Com isso, o time entra em campo com muita tranquilidade para enfrentar um adversário direto na briga pelo G-7 (situação em que o sétimo colocado no Brasileirão adquire vaga na Libertadores de 2017 caso o Atlético-MG seja o campeão da Copa do Brasil).

Como não poderia deixar de ser, o São Paulo começou a partida propondo o jogo. Até o erro que terminou com o gol do São Paulo o Grêmio fazia um enfrentamento parelho. A partir dali o São Paulo cresceu na partida. O Grêmio está com o meio campo escancarado, e os contra-ataques do time de Ricardo Gomes são sempre na base do mano a mano. Ramiro, Douglas e Pedro Rocha não estão conseguindo jogar para a frente e nem estão ajudando na marcação do meio campo.

A situação é difícil, no Morumbi, e o Grêmio não faz uma boa partida. Ao final do primeiro tempo o Grêmio esboça uma reação, mas, como sempre, esbarra na própria falta de aptidão para o gol. Não aconteceu nenhuma defesa de Denis ao longo de todo primeiro tempo.

No começo do segundo tempo a torcida do São Paulo mais uma vez acendeu sinalizadores, e o árbitro Jailson Freitas, que hoje até faz uma boa partida, interrompeu a partida. Os jogadores do São Paulo pedem para os torcedores apagarem os dispositivos, mas é complicado. Daqui a pouco deve acontecer de novo, porque eles são assim, não é a primeira vez.

Durante todo o segundo tempo o Grêmio lutou muito, chegou ao empate, mas sempre esteve muito mais perto de levar do que de fazer mais um. Como espécie de jogo-treino a partida não foi boa para azeitar o time, pelo contrário, levantou muitas dúvidas sobre a capacidade do Grêmio para enfrentar o Atlético no Mineirão na semana que vem.


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