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Dia 123 – 2014

sábado

Uma das primeiras coisas que a minha teimosia tem que aceitar é o fato de que em nenhum outro modelo de template (nem mesmo nos do WordPress) eu vou reencontrar funcionalidades que havia no Vina, o template que era usado na página original do blogue.
Ainda existe possibilidade de a página original ser retomada, bem como tenho salvo no PC de casa o programa do Vina, mas não há garantias nem de que a página volte e nem de que ele seja compatível com versões mais novas do WP.
Depois de passar de novo uma manhã inteira, praticamente (aproveitando que foi um plantão tranquilo, em que atendi a apenas duas ligações, e meu colega apenas uma), aprendendo a lidar com o que o modelo do Blogspot me permite fazer (e lidando com o tanto que me confundiu), dei o braço a torcer ao reconhecer que ali não haverá condições para bolar nada que sequer se aproxime do que eu tinha antes.
Uma outra providência que tomei foi enviar um e-mail para o meu primo que está cuidando do problema da página. Reiterei que tenho um amigo na Procergs que dispõe de todo o banco de dados do Quem Vai Querer Saber™ e que ele tem condições de tentar uma reinstalação por cima, dos arquivos, o que me permitiria a retomada da página original, nem que fosse escrevendo na linguagem HTML compulsória, como vinha acontecendo nos últimos tempos.
Falei que estou sentindo falta das minhas contagens regressivas, pedi que me desse uma posição de a quantas anda o trabalho dele e falei que houve uma reversão de expectativa, porque agora tenho interesse em recolocar a página no ar o quanto antes.
Vou esperar para ver o que ele me diz.
Mesmo tendo sido uma manhã tranquila, a única coisa diferente de tentar desbravar os meandros da nova página que consegui fazer foi deixar pronta a espera para o jogo do Grêmio.
Queria andar na esteira, mas vou ter que dar uma descida para mover o Santa dentro da vaga num momento em que a vizinha der uma saída (que ela disse que vai dar). Vai ser quando vou poder entrar pela porta do motorista e chegar o carro mais para o outro lado da vaga. Esqueci completamente que a porta do lado do carona não abre por fora, e encostei o meu bem ao lado do dela, que estava, de novo, quase ocupando a minha vaga.
Daí resulta que tenho que estar atento ao momento em que a vaga dela estiver desocupada. Agora, enquanto almoço, não estou cuidando, mas depois vou ter que ficar de olho. O máximo que acho que ainda vou poder fazer será colocar de novo as pernas para cima, no quarto, o que já fiz na madrugada, num momento pós queda de energia. Tinha que fazer hora para poder acertar o despertador, então fiquei de luz acesa e pernas ao alto. Quase adormeci assim, mas o bom foi que depois eu dormi, mesmo.
Vai depender da hora em que a vizinha sair. Nem troquei de roupa, ainda. Ontem fiz a esteira num horário improvável, entre 16 e 17 horas. Me puxei. E eu sei o por quê disso. É porque enquanto colegas minhas ficam falando que não podem se exercitar em esteira por causa de dores nos pés, joelhos e costas, eu fico me fazendo de mal agradecido comigo e com meu corpo.
Comigo porque dei uma esteira para o meu corpo se exercitar; com meu corpo porque ele não reclama de nada, me deixa fazer tudo, e eu não cuido dele muito bem. Isso está mudando um pouco, porque afinal já foram três dias seguidos. Bem mais do que nos últimos tempos, incluindo as férias. A intenção é 3 a 4 dias por semana. Acho que consigo.
Hoje cedo a Av. Beira-Rio estava fechada e a temperatura era de 13º às 6:29.

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