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Dia 169 – 2012 / Semana 25

domingo

Hora da Postagem

08:30

Mais um dia de amanhecer nublado, com previsão de chuva. Apesar da cara ameaçadora, a previsão é de apenas 1 mm. Temperatura em queda, com 11ºC às 6:23, na curva do Hipódromo (de onde partirá a duplicação da Av. Tronco).

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QUE CHATEAÇÃO

Eu estava preparado para ver a turma de selecionáveis do Sport Club Internacional.

A oitava maravilha do mundo do futebol, Campeão de Tudo Fifa, o time brasileiro que mais ganhou títulos na última década, imbatível dentro de seus domínios, com Oscar, Damião, Guiñazu e D’Alessandro. Era uma barbada.

O adversário? O time que tem o melhor ataque, mas a pior defesa do campeonato. Me sentei e fiquei esperando para ver aquela máquina mortífera. Acabei vendo o Andrezinho, o mesmo que nunca foi unanimidade, por aqui, e para quem não havia lugar no time do Inter.

Dos três jogos realizados ontem, em apenas um o mandante não venceu. Em Minas, o Cruzeiro derrotou o Figueirense por 1 x 0, na terceira vitória consecutiva desde que Celso Roth assumiu o comando da equipe. Sempre lembrando que no caso do Celso o quilômetro de arrancada sempre impressiona, mas a chegada, não. O problema dele é a chegada. Enquanto isso, no Engenhão, o Fluminense fez 4 x 1 na Portuguesa, um deles de Fred, o cara que comemorava 400 partidas como jogador (o que não entendi muito bem, porque estava com o televisor quase sem som).

O único mandante que não venceu foi o Colorado. Que decepção. Eu pensei que iria assistir a mais um filme da série Massacre no Remendão Vermelho, mas acabei vendo o Andrezinho. Estava preparado para dar mais uma secadinha inútil, porque afinal aquela máquina está sempre patrolando todo mundo, ainda mais jogando em casa. Mas foi uma decepção. Fiquei decepcionado com a ingratidão da torcida, que vaiou o lateral Fabrício. Pô, o cara fez um golaço, dias atrás, e agora o estavam vaiando. Ele teve razão em sair cabisbaixo, lentamente, mesmo com o time perdendo. Quanta ingratidão.

Ingratidão ainda maior a torcida cometeu com o técnico Dorival. O cara é Campeão Gaúcho. Deu à torcida o único título possível de ser conquistado no ano, em 2012. Chamá-lo de burro só porque queria colocar o Elton no lugar do Fabrício (a torcida queria o Jajá), foi um exagero. Quando ele atendeu o desejo da torcida e depois colocou o rapaz ninguém fez coro para chamá-lo de esperto ou inteligente. A ingratidão correu solta no Beira-Rio, ontem.

Que decepção.

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VISÃO SOMBRIA

Enquanto isso, o Grêmio precisou de uma tragédia como a de quarta passada para enxergar que algumas coisas precisavam ser mudadas.

À exceção de Fernando, que está suspenso pelo terceiro cartão amarelo, as demais modificações acontecerão por motivo de deficiência técnica. Começando por Gabriel, que não anda jogando nada e só voltou ao time porque Edilson se machucou. Edilson inteiro já é presença trágica no time, que dirá o que está na sua reserva.

No jogo de quarta-feira Luiz Felipe Scolari usou um artifício que todo mundo já sabia que podia dar certo, mas que ninguém havia ainda utilizado contra o Grêmio. Ele bloqueou o ataque gremista pelo lado direito e deu liberdade para o lateral Pará, que todo mundo também sabe que é limitado, porque não tem perna esquerda, está quebrando galho, portanto para cruzar qualquer bola perde tempo virando o corpo para bater com a direita. Como o Grêmio parece, mesmo, toro para um lado, a estratégia do Felipão funcionou muito bem. Urge que Pará saia do time. Urge que Marco Antonio saia do time. E o André tem que ser mandado embora. Se continuar no plantel, sempre vai acabar entrando. Não pode.

O time do Grêmio que entra em campo hoje não é o mesmo da batalha dos Aflitos. Não tem Anderson. Não tem ninguém que jogue um décimo do que ele jogava. Mas dizer que a recuperação da autoestima da equipe passa por uma vitória contra o Náutico é piada. De mau gosto. O que é preciso dizer é que se o Grêmio vencer o jogo de hoje termina a rodada como segundo na tabela de classificação. Isso é que está em jogo e recupera a autoestima.

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CALMARIA

E este será o meu domingo.

Plantão, de manhã, briga com o vaso do banheiro entupido, em casa (me recuso a passar no Big hoje para comprar mais Diabo Verde, porque amanhã tenho consulta com a Dra. Orto e vou deixar o Santa no Nacional da José de Alencar, e lá eu posso comprar o desentupidor), acompanhando os jogos da tarde e depois o do Grêmio, às 18:30.

À noite tem o Bate-Bola (espero que o último sem um notebook) e amanhã levanto cedo na folga, para cumprir as três ultimas horas que devo da greve do ano passado. Faço isso das 7 às 10 e às 11 tenho a consulta referida acima.

Bom dia para mim.

Ah, antes que eu esqueça: do domingo passado para cá já foram publicados, contando com este, 20 posts na contagem geral. No diário foram 7; os do futebol, contando com os de hoje, será 4. Musicais, foram 2. Descontando estes últimos, que basta puxar os arquivos de uma pasta, portanto não exigem muito esforço criativo, outros 7 posts foram distribuídos em outras categorias. Tudo indica que até os próximos 100 do diário estarem completados, outros tantos e mais alguma coisa terão sido criados na outras categorias.

Intensa movimentação que ajuda muito no descarte de papelada. 


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