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Dia 262 – 2019

quinta

Horário da Postagem

08h30min

Em Porto Alegre o dia amanheceu ensolarado, com céu sem nuvens, mas pelo menos dois sites apontam expectativa de chuva para o final do dia; a velocidade média do vento apresenta recuo acentuado, com movimentações entre 2 e 8 km/h; a temperatura máxima segue pegando embalo, na casa dos 23 a 25°; a umidade relativa tem grande variação, oscilando entre 81 e 100%; a temperatura mínima ficou estável, variando entre 10 e 16°Celsius. No momento desta publicação, 13°. Dados de aplicativos de clima para celular (Yahoo Tempo, Accu Weather, GoWeatherForecast, Tempo Agora, Radar Meteorológico).

Tal qual a imensa maioria dos meus amigos e parentes colorados secam o Grêmio até em jogo de futebol de botão, normalmente vou para a frente da televisão com a intenção de secar o Inter, mas a secação, especialmente quando o jogo é no Beira-Rio, a gente sabe que é por pura formalidade. Na maioria das vezes não dá em nada, porque quando joga em casa o time colorado costuma transformar as vidas dos adversários num inferno.

Mas não foi o que aconteceu na noite de quarta.

Eu até me surpreendi quando saiu o gol do Athletico. Pensei, cutucaram a onça, agora deu para eles. É comum a gente ver o Inter levar gol em casa e depois arrasar com o oponente, o que não é muito frequente na Arena, por exemplo.

Mas o que se viu foi um time até certo ponto apático, sem poder de reação. Está certo que o Athletico catimbou, mas eles também teriam que correr contra o tempo se o Inter tivesse reagido. Nem os poucos minutos de acréscimos dados pelo seu Wilson nos dois tempos teriam sido motivo de comentários se o Colorado tivesse jogado mais. Faltou ontem o futebol apresentado pelos reservas no domingo pela manhã, no Horto, contra o Atlético Mineiro.

Que a torcida estivesse em clima de já ganhou era natural, acostumada que está a ajudar o time a fazer do Beira-Rio um caldeirão. Mas o time, ontem, não se ajudou, e não dá para colocar a conta toda sobre Odair Hellmann, ou na ausência de D’Alessandro, que ficou fora na última hora.

Não foi nem o caso de ter vencido o melhor. O Athletico, coletivamente, não é melhor que o Inter. Ganhou o que, por mérito dos jogadores e do treinador, teve a atuação menos ruim.

Nos dois jogos.

Com relação à greve, que já tem, agora, 23 dias (e teremos um feriadão pela frente, a partir de amanhã), está entrando em momentos decisivos, tanto na parte da negociação da não perda de direitos (e apenas isso, sem ganhos salariais), quanto depois na questão da cmpensação dos dias parados, que, como se sabe, poderá levar a ainda mais alguns dias até que se chegue a um consenso que atenda interesses tanto da empresa quanto dos trabalhadores.

Lembrando que qualquer tempo acima do 11° minuto a mais já passa a caracterizar compensação, que não necessariamente precisa ser feita em blocos, como a empresa gosta de impor.

Se quiser visualizar o quadro do tempo acesse o link Quem Vai Querer Saber, lá embaixo. Será redirecionado para um álbum no Facebook.


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