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Dia 336 – 2012

sábado

Horário brasileiro de Verão

11:13

A nebulosidade da madrugada e do amanhecer efetivamente virou chuva, depois das 10 da manhã. A temperatura prevista está em 30ºC, enquanto no momento do início desta postagem lá fora estávamos com 26º. A chuva está prevista em 14 mm.

Resumo de como foi a

TARDE de SEXTA

“Quando cheguei os pais já não tinham ido.

A paralisação dos funcionários da Carris nos pegou a todos de surpresa, e os pais costumam ir para casa de T6, daqui do hospital. Na falta dele, imagino o transtorno que não deve ter sido para eles. Com relação à Carris a paralisação nos remeteu àquela antiga situação de ruim com ela, pior sem ela.`

Para chegar no hospital no meu horário normal de sempre (na verdade cheguei até um pouco antes) precisei tomar duas providências: comer menos no almoço, ou seja, diminuir o tempo que passei no restaurante, e caminhar do Nacional até a Azenha, onde podia pegar qualquer ônibus que me largasse ao lado do HED (Hospital Ernesto Dornelles), até mais perto que o T5.

Na volta a ideia é a mesma: pego qualquer um ônibus (que até poderia ser aquele Otto, que nos dias anteriores passou sempre antes do T5, mas hoje que vou precisar aposto que vai demorar) que vá pela Azenha, desço na última parada antes da Carlos Barbosa e dali vou a pé até o Nacional.

Hoje tenho compras para fazer, para varar, e um filme para ver na hora, à noite.”

Bueno, com relação ao Otto aconteceu exatamente o que eu achava, peguei qualquer outro ônibus antes que ele aparecesse. O restante da tarde/noite aconteceu exatamente como previsto.

E daí imediatamente passamos para o sábado, onde eu estava na minha

FOLGA 1

Nos dias de folga é que tenho oportunidade de retomar contato com a pilha de papeis no canto da mesa. Por conta de toda a movimentação extra do mês de Novembro ela praticamente ficou do mesmo jeito e não acho que até o final do ano eu consiga dar cabo dela. Vai ser complicado, porque tem muita coisa.

Na noite de ontem, antes de dormir, e antes de meia-noite, lembrei da tal tradição (que é uma palavra contra a qual tenho alguma bronca) de que a guirlanda tem que amanhecer na porta no começo do dia 1º de Dezembro. Então peguei a caixa das coisas de Natal e catei a peça lá de dentro, mas quase não consegui retirá-la. Estava presa em alguma coisa. Eu não queria acender a luz para não prejudicar o meu sono (na real, até já tinha dormido um pouco, a lembrança me veio no susto), mas não tive escapatória.

A parte mais estranha é que de janeiro para cá eu não tinha mais lembrança do que havia na guirlanda e me enrolei para prender uma peça que depois lembrei que não fazia parte, mas agora está ali, pendurada do lado de fora, e assim vai ficar. É um boneco que costuma ficar no pinheiro, mas já que não vou montá-lo, que fique ali.

Daqui a pouco, mais para o final da manhã, vou sair para ir para o HED. Estou dividido entre duas hipóteses: almoçar em casa, depois caminhar até a Av. Cavalhada e pegar um ônibus qualquer que me deixei ao lado do HED, ou sair um pouco mais cedo, pegar um Cohab, descer na Padre Cacique, caminhar até o Nacional, almoçar e depois agir conforme as opções: pegar um T5 (se a paralisação dos funcionários da Carris tiver terminado) ou fazer o que fiz ontem, caminhar do Nacional até o ponto da Azenha onde passam várias linhas (as mesmas que passam na Cavalhada e outras) e ali pegar outro ônibus.

Esta segunda hipótese, conforme os acontecimentos, p0ode ter alguns inconvenientes, como por exemplo muita caminhada. Há a questão de gastar uma passagem a mais de ônibus (todos os deslocamentos que tenho feito de ônibus têm sido pagos com dinheiro, porque meu cartão do TRI está zerado e quando começou minha parte da função com a avó já havia passado o prazo para pedido de créditos junto à Procergs, e até nem adiantaria, porque estes só seriam validados no final de Novembro, e agora a dinâmica vai mudar, com a alta e transferência da vó para um local da zona norte da cidade), apesar de que não haverá o gasto de combustível com o Santa.

A parte boa é que em qualquer das alternativas de ida, a volta para casa se dará com qualquer coletivo que passe na Cavalhada, o que poderá ser bem rápido e indolor, num sábado à tarde.

A hipótese de almoçar em casa remete ao fato de que terei que comer a minha comida duas vezes no mesmo dia. Não que seja ruim, mas não vou ter tempo de deixar alguma variação pronta antes de sair. Não vai rolar. A ZH digital já me disse que a paralisação da Carris ainda não terminou, e existe tendência de eu fazer algum sacrifício, só pela questão do almoço.

Para finalizar: durante todo o tempo em que estive no quarto com a avó, ontem, não apareceu ninguém para fazer qualquer verificação do estado dela. Com a paciente ao lado toda hora havia alguém olhando. Cheguei à conclusão de que o pessoal dá mais prioridade, de modo geral, a quem tem possibilidade de recuperação. Como a avó vai receber alta na terça (confirmada, a menos que haja alguma grave alteração no quadro atual) e ainda vai passar por outra cirurgia na segunda, talvez ela já não seja mais uma prioridade (e a realidade é que o HED opera com deficiência de pessoas; falta gente).


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