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O Que Você Realmente Quer?

O maior medo que todos os seres humanos têm é o medo da rejeição.

O Medo de não ser bom o bastante. Medo da crítica. Todas essas são denominações que se dá ao receio de não ser aceito. É esse medo que não deixa boa parte das pessoas fazerem o que é necessário para promoverem mudanças em suas vidas. A sensação de pertencimento começa já na família, onde o medo de ser rejeitado é muito grande.

Aqueles que não têm este receio, que insistem em fazer o que acham certo em relação aos seus planos pessoais, são invariavelmente acusados de insensíveis, taxados de vários e vários tipos de classificações adjetivas, e miseravelmente chantageados emocionalmente, em tentativas de serem trazidos de volta para aqueles comportamentos que são considerados normais pela maioria.

Enquanto se esconde atrás da “normalidade“, a maioria não precisa se desafiar em busca de melhoras pessoais, que dão trabalho. Ironicamente, preferem ficar robotizadas na mesmice que não mexe com suas zonas de conforto, enquanto aquele que se empenha em fazer alguma diferença ne que seja para si mesmo (tornando-se, na visão dos demais, um robô que não tem sentimentos) saber que está sendo movido por um desejo ardente, por um propósito inabalável, sabendo exatamente aonde quer chegar, sem se deixar influenciar pelas tentativas dos outros de mantê-lo onde está.

Esta pessoa sabe o que significam repetição e continuidade para a realização da mudança que quer para a sua vida. E sabe que muito provavelmente terá que se afastar das pessoas que não querem e/ou mão aceitam que ele está se tornando uma pessoa diferente. Elas não querem ser diferentes. Não têm metas, não têm objetivos claros e definidos. E não compreendem que ele os tenha.

Estão sob o domínio do medo.



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