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Patinada

ADEUS ao G-4

Com um uma formação praticamente reserva, cheia de guris, o São Paulo começou o jogo botando o Inter para correr. O Inter resistiu à pressão inicial e procurou equilibrar as ações. A velocidade foi tanta que o relógio pareceu disparar. A pior parte deste equilíbrio foi que muito pouca coisa passou a acontecer, além da correria e dos muitos chutes desviados do gol.

O São Paulo tinha um garoto chamado Rogério jogando de pé trocado pelo lado esquerda, atuando em cima do lateral William, e ele estava incomodando bastante, enquanto o Inter não providenciava nenhum apoio ao seu jogador. Nas jogadas com ele o que salvava o Inter era uma grande dose de afoiteza da parte do atacante são-paulino.

Ao final do tempo de jogo a torcida local estava ensaiando vaias para Paulo Henrique Ganso, que não estava fazendo boa partida. O primeiro tempo terminou empatado em zero, e com o mesmo ritmo acelerado do início.

 O gol do São Paulo logo no início do segundo tempo desestabilizou o Colorado. A partir dali o São Paulo cresceu ainda mais no jogo, e obrigou Argel a mudar o esquema do time. O mais inacreditável é o fato de que o jogador Rogério, que fez o gol, foi apresentado no CT da Barra Funda, do São Paulo, no dia anterior. 

Argel colocou Anderson no lugar de Sasha, que saiu sentindo algum tipo de desconforto, mas a alteração não deu nenhum resultado. O São Paulo que era dado como combalido chegou ao segundo gol, enquanto o Inter parecia acusar falta de preparo físico, ainda na segunda metade do segundo tempo.

Ao final do tempo de jogo o São Paulo trocava passes e a torcida gritava olé, enquanto o Inter olhava. Para variar, D’Alessandro, que não jogou nada o tempo todo, armou um banzé por conta de uma passada de pé por cima da bola, por parte de um jogador são-paulino. O árbitro contemporizou, sem apresentar cartão para ninguém, e logo em seguida encerrou a partida.


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